Hoje queria falar de um sentimento que tenho vivido bastante...
O de vazio interior!
Acho que não sou só eu, muitas pessoas sentem isso em um dado momento da vida, algumas por boa parte dela, ou até pela vida toda. Esse sentimento pode ser patológico ou apenas uma fase, mas quem nunca sentiu um vazio interior... Quem nunca se sentiu sozinho no meio de amigos?!
Nem digo no meio de uma multidão, pois se não houver um amigo lá se sentir sozinho é normal, mas ter a sensação de estar perdido mesmo sabendo o caminho, ter a necessidade de que alguém te ajude, mas saber que só você poderá fazer isso por si.
Se você nunca sentiu isso posso te dizer que é desolador, saber que se tem forças, mas não as sentir, e ter que agir na base da fé quando aparentemente não se tem mais fé.
E se nossas experiências anteriores não nos levaram a ter essa fé é ai que estaremos verdadeiramente perdidos.
Mas se a temos continuamos caminhando, como seres que perderam todos os sentidos, sem tato, olfato ou paladar, mas sabemos que todos os estímulos estão lá para serem sentidos e que mais na frente encontraremos Aquele que cura cegos, surdos e mudos, que entrega a terra prometida após o longo tempo no deserto que nunca nos abandonará e cumpre suas promessas.
Mesmo se não sentimos, Deus está conosco!
domingo, 23 de janeiro de 2011
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
Freud e o Amor
"No desenvolvimento da humanidade como um todo, do mesmo modo que nos indivíduos, só o amor atua como fator civilizador, no sentido de ocasionar a modificação do egoísmo em altruísmo." - Sigmund Freud
O amor é algo sublime que nos faz seres humanos melhores. Paramos de pensar somente em nós para pensar no outro, se o sentimento que está em nós, por qualquer pessoa que seja não nos eleva, não é amor. Ou talvez não seja amor pelo outro, mas por nós mesmos e assim só estamos perpetuando nosso egoísmo de outra maneira e tornando o amor algo doentio.
O amor é algo sublime que nos faz seres humanos melhores. Paramos de pensar somente em nós para pensar no outro, se o sentimento que está em nós, por qualquer pessoa que seja não nos eleva, não é amor. Ou talvez não seja amor pelo outro, mas por nós mesmos e assim só estamos perpetuando nosso egoísmo de outra maneira e tornando o amor algo doentio.
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